sábado, 31 de março de 2012

Buenos Aires






No inicio de 2006, quando marcamos a data do casamento, nossa primeira opção de lua de mel foi Fernando de Noronha. Sempre achei e continuo achando que esse seja um destino top, no nível de Paris e Veneza. Levantamos valores e chegamos a conclusão de que seria inviável. Os hotéis realmente bons são caríssimos.

Começamos então a pensar em outros destinos até que meu então noivo (palavra brega!) teve a idéia de irmos para Bariloche, na Argentina, conhecer a neve (esse era um sonho nosso). Como chegaríamos bem no início de setembro, a temporada de ski ainda estaria a todo vapor. Não nos arrependemos da nossa escolha, pois para mim não há lugar mais romântico do que essa cidadezinha localizada na bela Patagônia.



Mas obviamente não tinha como voltar ao Brasil sem antes passar por Buenos Aires. Amei assistir ao show de tango, comer alfajor Havanna, andar a pé pela Recoleta e curtir o fim de tarde no Puerto Madero.



Desde então a gente sempre fala de voltar a Bariloche, mas como há a limitação sazonal – só queremos ir para lá no inverno – esse plano vem sendo adiado. Também tínhamos em mente visitar Buenos Aires outra vez no frio, mas como lá não tem neve mesmo, acabamos programando uma viagem em família (com meus sogros e cunhados) para a cidade nesse último carnaval.

Estranhei um pouco porque a percepção da cidade foi bem diferente. Na nossa primeira vez, não era feriado na Argentina, então as ruas estavam cheias, com gente indo e vindo do trabalho, mulheres maquiadas e bem vestidas com seus sobretudos pesados para agüentar as temperaturas baixas. Sem falar nos lindíssimos dias de céu azul que ganhamos de presente.



Dessa vez, pouco andamos a pé - respeitando a idade do meu fofo sogro, que já é avô - enfrentamos um calor forte na chegada e não demos tanta sorte com o tempo, que ficou nublado na maior parte da viagem (e como perdem a beleza as fotos, meu Deus!).   

Abaixo, uma lista dos lugares por onde passamos:

Palermo Soho: Logo no nosso primeiro dia percorremos algumas ruas desse bairro bonito e com muito estilo. Entramos em várias lojas de sapatos, bolsas e roupas. Correspondeu a todas as coisas legais que eu havia lido sobre ele.

Casa Rosada: Antes o turista tinha que se contentar em olhar a Casa Rosada apenas de fora. Mas hoje é possível fazer uma visita guiada e conhecer o interior da bela construção que data de 1882. Gostei muito!




Catedral Metropolitana: Em frente a Plaza de Mayo, junto da Casa Rosada e do Cabildo. Uma suntuosa igreja católica, com detalhes riquíssimos, porém muito abandonada, com moradores de rua e sujeira espalhada em sua entrada.


Plaza de Mayo: Por ali estão alguns dos principais pontos turísticos da cidade (Casa Rosada, Catedral Metropolitana e Cabildo). Com certeza você já ouviu falar dessa praça por conta das Mães de Mayo, que se reúnem semanalmente no local desde a década de 70 com cartazes e fotos dos filhos desaparecidos na ditadura militar.


La Bombonera/Museo de La Pasion Boquense: Já conhecia esse museu e notei uma certa degradação passados 5 anos e meio da primeira vez que pisei ali. Para os fãs do futebol, um bom passeio, que pode terminar com uma super vista do Estádio.





La Boca/Caminito: Muitas e muitas lojas de lembrancinhas, dançarinos de tango ganhando uns trocados por fotos com turistas, restaurantes, arte vendida nas ruas e a mais original loja da Havanna.


Café Tortoni: Muito mais do que uma típica confeitaria portenha. Um verdadeiro ponto turístico! Bonito e concorrido, o Café Tortoni é considerado por Patricia Shultz como sendo um dos 1000 Lugares Para Conhecer Antes de Morrer.


Show de tango no Café Tortoni: Na minha lua de mel fomos conferir o espetáculo grandioso do Señor Tango, o que foi ótimo. Dessa vez, pensamos em algo menos espalhafatoso e não tão caro, que a família toda pudesse aproveitar. 


Recoleta: Na minha opinião o bairro mais lindão de Buenos Aires, que abriga lojas do grife, prédios sofisticados onde vivem os ricos, e o tradicional Hotel Alvear.


Puerto Madero: Meu lugar favorito desde a primeira vez que fui a Buenos Aires. Dessa vez atravessei a ponte e caminhei pela margem menos movimentada do rio. Rende muitas fotos. 




Cabaña Las Lilas: Outra atração da Argentina que ganhou um texto inteirinho somente para ela em 1000 Lugares Para Conhecer Antes de Morrer. A carne dos caras é boa demais, sem falar no atendimento e na localização. Mas prepare o bolso, porque é caro! 



Cemitério da Recoleta: O entra e sai de turistas ali impressiona. Para ser bem sincera, só entro em cemitérios em último caso. Então, não era porque eu estava viajando (e também porque aquele é um cemitério bonito, se assim pode-se dizer) que eu ia mudar de idéia.


Igreja Nuestra Señora Del Pilar: Enquanto meu marido e meus cunhados passeavam pelo cemitério, eu aproveitei para conhecer essa igrejinha, que fica quase ao lado. Ela é pequena e bem cuidada. Do lado de fora o turista pode comprar velas da padroeira e de outros santinhos católicos, medalhas e terços.

Jardim Japonês: Ingresso baratinho, lugar lindo, perfeito para levar a garotada ou para um passeio a dois.


Galerias Pacífico: Gostei de cara desse lugar já na primeira vez que estive ali, justamente por ser um shopping que não tem tanta cara de shopping. O local foi construído no século retrasado e é considerado uma verdadeira jóia arquitetônica. Meu destaque vai para uma loja bacanérrima de decoração chamada Morph. Tem também uma filial do Freddo e ouvi dizer que a loja da MAC deles é mais completa, por ser MAC Pro, com uma variedade maior de produtos que podem ser adquiridos também por quem não é profissional. 




Onde comer:

El Misarol da Recova - Posadas 1032, Recoleta.

Cabaña Las Lilas - A.M. de Justo 516, Puerto Madero.

Bar Plaza Dorrego - Defensa, 1098, San Telmo.

Brasserie Petanque - Defensa, 596, San Telmo.

Café Tortoni - Avenida de Mayo, 825.

Freddo – Galerias Pacifico, Florida com Córdoba.

Havanna Café Caminito, La Boca.


Fica para a próxima...

Dois lugares que eu queria muitíssimo ter ido,  que cheguei até a incluir na minha programação, foram o Teatro Colon e a Livraria El Ateneu. Mas o lado bom é que eu já tenho dois bons motivos para voltar a Buenos Aires.
Numa próxima oportunidade pretendo tomar um café da manha ou chá da tarde no Café Tortoni, passear com calma pela Avenida Santa Fé e entrar no shopping Alto Palermo. Quero também visitar o Barrio Chino, a Chinatown portenha, que fiquei com vontade de conhecer depois de assistir este ano ao filme argentino “Um Conto Chinês”.   
Ah! E me hospedar no Hotel Palermitano, porque ficar no Centro já deu pra mim!  


sábado, 25 de fevereiro de 2012

25 Top Luxury Hotels in the World

Quem nunca se imaginou num hotel de sonhos, repleto de mordomias, conforto e beleza, que atire a primeira pedra. Mesmo o mais simples e desprendido dos mortais curtiria receber tratamento vip, ainda que fosse por alguns poucos dias.

Pena que na maioria das vezes isso seja possível apenas para quem tem (muita!) bala na agulha. Mas já que estabelecer metas na vida não custa nadinha e como promoções em sites de reservas online existem aos montes, fiz questão de publicar aqui uma lista que eu recebi ontem por e-mail do Trip Advisor.

A relação traz os 25 Top Luxury Hotels in the World. Tem hotel no Japão, na Alemanha, nos Emirados Árabes, na Tailândia. Dos lugares da lista só estive em Chicago, no Ilinois, EUA, e em Villa La Angostura, na Patagônia Argentina. Mas não passei nem perto desses símbolos de luxo, glamour, riqueza e glória.

1
Shangri-La Hotel
Tokyo, Japan

2
Hotel Imperial Vienna
Vienna, Austria

3
Hotel Palacio de la Magdalena
Soto del Barco, Spain

4
La Casa del Rector
Almagro, Spain

5
The Grand Del Mar
San Diego, California

6
Antuquelen Hosteria Patagonica
Villa La Angostura, Argentina

7
The Ritz-Carlton Osaka
Osaka, Japan

8
The Dorchester
London, United Kingdom

9
Rockliffe Hall
Hurworth-on-Tees, United Kingdom

10
The St. Regis Bali Resort
Nusa Dua, Indonesia

11
The Langham, Melbourne
Melbourne, Australia

12
The Ritz-Carlton
Berlin, Germany

13
Al Bustan Palace, a Ritz-Carlton Hotel
Governorate of Muscat, Oman

14
Quinta de San Amaro
Meano, Spain

15
The Ritz-Carlton Powerscourt, County Wicklow
Enniskerry, Ireland

16
The Ritz-Carlton Tokyo
Minato, Japan

17
Grosvenor House Dubai
Dubai, United Arab Emirates

18
Mandarin Oriental Munich
Munich, Germany

19
Alchymist Grand Hotel and Spa
Prague, Czech Republic

20
Grand América Hotel
Salt Lake City, Utah

21
Waldorf Astoria Chicago
Chicago, Ilinois

22
Schloss Velden, a Capella Hotel
Velden, Austria

23
Sandy Lane Hotel
Saint James, Barbados

24
Hotel Taschenbergpalais Kempinski
Dresden, Germany

25
Mandarin Oriental, Bangkok
Bangkok, Thailand

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Pisa





Eu tenho tendência a não gostar muito de fazer bate e volta. Sei lá... Me dá a sensação  de que eu estou indo para o lugar só para poder dizer depois que fui. Aquela correria toda, ficar de olho no relógio, sem falar no cansaço de fazer duas viagens (algumas vezes longas), seja de trem, ônibus ou carro, num mesmo dia. 




Mas a verdade é que existem aquelas cidades onde não faz muito sentido pernoitar, por serem mega pequenas ou por terem poucas atrações para visitar.


Um exemplo perfeito para mim é Pisa, na Itália. Partindo de Roma, basta comprar seu ticket de trem (Trenitalia) na estação Termini e curtir as cerca de 2 horas e meia de viagem olhando a paisagem.


A Torre de Pisa é a grande estrela da cidade. Muito bonita e com uma inclinação bastante intrigante, ela atrai todos os flashes dos turistas que chegam aos montes. Compondo o visual, os não menos belos Duomo de Pisa (a Igreja) e o Batistero.


No entorno da praça onde ficam esses três pontos turísticos, diversos restaurantes, barraquinhas de artesanato e lojinhas vendendo lembranças, gelattos e as deliciosas iguarias italianas (presunto de Parma, focaccias e pastas).


Não deixem de subir ao topo da Torre. Além de ser uma experiência bacana e diferente, considerando obviamente o fato de que ela é inclinada, pode-se conferir a vista lá do alto por alguns minutos.  

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Milford Plaza: Evite-o enquanto a reforma não se concretiza

Em 2009 estive em Nova York pela primeira vez com meu marido. Eu estava muito feliz por comemorar nosso terceiro aniversario de casamento de casamento e a chegada dos meus 30 anos na cidade.

Foi uma viagem cuidadosamente planejada com 5 meses de antecedência. Eu não queria deixar passar nada. Comprei dois guias e pesquisei sobre os shows da Broadway, restaurantes, lojas, bairros, locais para visitar, coisas para fazer. 

O único detalhe ao qual eu não dei muita importância – e isso é coisa do passado, preciso dizer – foi a escolha do hotel. Eu dei uma olhada em alguns citados pela revista Viagem & Turismo, li algumas coisas na internet e acabei optando pelo Milford Plaza, em pleno Theater District, grudado na Times Square.

Nossa escolha se baseou no preço mega convidativo e na dica de um amigo, que tinha se hospedado lá pouco tempo antes. Como é uma pessoa com gosto e expectativas bem parecidas com as minhas, resolvi seguir seu conselho.

E deu super certo! Foi exatamente como ele falou. Um hotelzão enorme, movimentado, muito bem localizado, com quartos simples, porém limpos e totalmente dignos.

Em agosto/setembro de 2011, voltamos a NY após uma oportunidade meio repentina. Embora escolher o hotel tenha se tornado a minha parte favorita na hora de programar uma viagem, decidimos percorrer o caminho mais fácil e fazer uma reserva no Milford mesmo. Preferi dar mais atenção as hospedagens dos outros três lugares que iríamos visitar pela primeira vez nesta viagem.

Aconteceram tantas coisas bizarras na nossa estada, que contando aqui parece piada. Fiz questão de partilhar tudo no Trip Advisor e fiquei contente de receber um retorno da gerente, que em momento algum me atacou ou tentou minimizar. Ela admitiu os problemas, pediu desculpas, se justificou dizendo que as obras da mega reforma estão realmente causando contratempos e falou sobre os altos investimentos para que o Milford volte a ser o hotel bacana de antes.

E eu realmente torço para que isso aconteça, porque potencial ali é o que não falta. Os caras têm localização, tamanho e tradição nas mãos. Há muita coisa a ser feita, mas imagino que num futuro a médio ou longo prazo o Milford volte a ser uma boa opção de hospedagem.  

De qualquer maneira, não posso deixar de dar meu relato.

Preço errado
Já na chegada pedi para confirmar o valor total cobrado e constatei que estava errado. Obviamente que para mais. O pior foi a teimosia e o descaso dos recepcionistas, mesmo eu estando com minha reserva impressa nas mãos. Só conseguimos resolver depois de duas conversas com o gerente da manhã, que me pareceu comprometido e interessado.

Cadê o segurança?
O segurança que em 2009 ficava na entrada dos elevadores checando se quem ia subir era realmente hóspede já não estava mais lá. Como o hotel é gigante, com gente entrando e saindo o tempo todo, acho indispensável esse detalhe, que não é frescura mesmo!

Chuveiro com defeito
Logo no primeiro banho, o chuveiro desligou quando eu estava com minha cabeça cheia de shampoo. Meu marido e eu ‘desenvolvemos’ um jeitinho de fazer funcionar a torneira. Alguns dias depois, qual não foi meu desespero ao ligar o chuveiro e a água sair marrom. Isso mesmo, marrom! O hotel estava em obras e o encanamento, em petição de miséria creio eu.

Sem elevador
Apesar de o hotel ter 8 elevadores, meu andar tinha apenas 4, sendo que somente 2 funcionavam. Num belo dia, nenhum deles parava ali e descobrimos que estavam com defeito. Resultado: tivemos que descer pelas escadas para o andar de baixo para conseguir pegar um elevador.

Quanto capricho!
O lençol que a camareira colocou forrando a cama (não tinha colcha por cima, somente um lençol branco mesmo) estava com um furo bem no meio. Se ainda fosse num cantinho, onde a gente não pudesse ver, vá lá. Deu até vontade de pegar linha e agulha e dar fim aquele relaxamento.

A água acabou
Já quase no final da viagem, eu e meu marido chegamos tarde da noite e nos deparamos com uma cartinha no chão do quarto. Estava escrito que no dia seguinte ficaríamos sem água até um certo horário. Como assim ficar sem tomar banho? Essa foi a gota d’água. Meu marido desceu furioso, usou todo o inglês que tinha e exigiu um novo quarto, onde caísse água normalmente.   

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

MAC – Museu de Arte Contemporânea de Niterói




Meu irmão João que mora em Brasília veio passar uns dias comigo e eu perguntei o que ele gostaria de fazer para se divertir com a irmã mais velha, que tem mais que o dobro de sua idade. Achei muito fofo quando ele respondeu direto e reto, do alto dos seus 14 anos completados recentemente: “quero conhecer o museu”. O museu a que ele referia era o MAC – Museu de Arte Contemporânea de Niterói, obra do genial Oscar Niemeyer e marca registrada da cidade.

Tiramos dezenas de fotos no interior e na parte externa, que por sinal é a coisa mais linda. O moleque achou o MAC o máximo, prestou atenção em cada detalhe, admirou a vista, fez perguntas sobre a história do museu (muitas eu não soube responder...), se impressionou com a quantidade gringos e com o luxo dos edifícios em frente.

A gente sempre fala (e escreve!) sobre as cidades alheias, então de vez em quando vale a pena enaltecer o que nossa própria terra tem de bom. Para quem vem ao Rio de Janeiro a turismo, eu indico uma visita ao MAC e, se der tempo, incluindo um café da manha ou almoço no seu bistrô.   







sábado, 7 de janeiro de 2012

Minha wish list

Em agosto de 2008 pela primeira vez na vida eu fiz uma daquelas famosas listas das coisas a realizar, além de alguns itens que na verdade estão mais para pedidos a Papai do Céu mesmo.

A lista era extensa. Quase uma folha de caderno inteira. Foi feita em pleno mês de agosto. Ou seja, não eram resoluções para o próximo ano, e sim para daquele momento em diante. Tenho ela guardada até hoje para o caso de eu querer incluir alguma novidade ou riscar algo já realizado.

Consegui nesses três anos e meio eliminar algumas coisinhas, como corrigir meus dentes, ver minha irmã casando com um cara legal e aumentar minha fé em Deus. Com relação a lugares para conhecer, vou ser bem sincera, tinha pouca coisa na lista. Embora eu adore viajar, há outros desejos mais urgentes na minha vida como a felicidade no meu casamento, o bem estar da minha família e das pessoas que eu amo.

Mas como sonhar faz bem eu criei agora minha wish list do turismo: 

Fernando de Noronha, Gramado, Lençóis Maranhenses, Praia dos Carneiros, Trancoso, Arraial D’Ajuda (Brasil)

Florença, Cinque Terre, Sardenha (Itália)

Londres (Reino Unido)

Budapeste (Hungria)

Viena e Salzburg (Áustria)

Barcelona (Espanha)

Dublin (Irlanda)

Praga (Republica Checa)

Moscou (Russia)

Jerusalém e Tel Aviv (Israel)

Frankfurt e Berlim (Alemanha)

Bruxelas, Bruges e Gent (Bélgica)

Atenas (Grécia)

Pequim (China)

Auckland (Nova Zelândia)

Bangcok e Phuket (Tailândia)

Honolulu (Havai)

Bahamas (Caribe)

Glaciar Perito Moreno e Ushuaia (Argentina)

Deserto do Atacama e Portillo (Chile)

São Francisco, Aspen, Las Vegas, Napa Valley (EUA)