sábado, 11 de agosto de 2012

Dia dos Pais

Em 2009, num dos momentos mais tristes da minha vida, eu estava realizando o sonho de conhecer Nova York. Logo no primeiro telefonema que fiz ao meu pai dos EUA, ele me fez prometer que eu ia pelo menos tentar assistir a um show de jazz do “músico maravilhoso” John Pizzarelli, figurinha famosa na Big Apple. Mesmo com a respiração bem prejudicada, ele gastou vários minutos me contando que quando ainda morava no Rio e gostava de curtir as noites cariocas assistiu a um show do tal Pizzarelli, no Leblon. Me disse que o cara era “fera” e que com sorte teria algum show agendado enquanto eu estivesse na Big Apple.
Acabei não conseguindo ir a nenhum show dele, mas encontrei um CD para levar de presente para o meu pai. Eu - que sempre guardei segredo sobre algo que eu comprasse para alguém - por razões que somente Jesus pode explicar, senti vontade de ligar para ele no mesmo dia e contar que tinha achado totalmente por acaso o tal CD. Ele ficou tão feliz e eu guardei com carinho na mala aquele que eu considerava o presente mais especial de todos. Meu pai nunca chegou a ouvir o CD.
Te amo, pai.
Essa é pra você:



segunda-feira, 30 de julho de 2012

Casamento em Aruba













Faz vários meses que eu reservei essas fotos e esse tema para explorar aqui no blog. Não, eu não me casei no Caribe – aliás, seria impossível isso acontecer, pois me recusaria total a casar fora da igreja – mas confesso que acho uma boa idéia, e possivelmente mais barata, para quem não faz questão de ter aquele festão com todos os membros da família e a legião de amigos presentes.

Como já disse, não me casei na praia e nunca estive em um casamento desses como convidada, mas sei como eles acontecem porque presenciei alguns na semana que passei em Aruba. Na maior cara de pau, eu e vários outros turistas curiosos ficávamos ali parados, há poucos metros de onde aconteciam as cerimônias, de olho na chegada na noiva e na hora do sim.

Isso era possível porque, pelo menos em Aruba, os casórios aconteciam a beira mar, em frente aos hotéis, com gente indo e vindo, e muitos hospedes espalhados pelas espreguiçadeiras. Mas a verdade é que apesar de não terem a praia só para eles, os noivos ganham uma cerimônia simples e romântica, de frente para aquela água turquesa e o mais lindo pôr do sol.

Eu consegui acompanhar a arrumação do “altar” de alguns casamentos, tanto no Westin, onde me hospedei, quanto em outros hotéis de Palm Beach. Os trabalhos começam ainda cedo, quando o sol é forte e a praia está mais cheia.

Nos próprios sites dos hotéis estão informações sobre a realização dos casamentos. E pelo que eu li, há opções para quem quer contratar os serviços de buffet e fotografia dos resorts, que são preparados para esses tipos de serviço.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Um Conto Chinês



Eu já estava há uns três meses querendo escrever sobre Um Conto Chinês aqui. Primeiro porque eu simplesmente ameeeeei esse filme e depois porque tem tudo a ver com a proposta do blog: a história se passa em Buenos Aires, na Argentina, e com as diversas cenas externas da cidade, mostra um pouquinho do Barrio Chino (ou Chinatown, se assim preferir).

Assistimos a partir de uma dica do meu querido cunhado Marcelo, que nutre a mesma paixão por filmes. O longa tem como personagem principal o reservado Roberto, interpretado por Ricardo Darín, o mais importante ator da Argentina, conhecido por O Segredo dos Seus Olhos e pelo meu favorito, O Filho da Noiva.

Unidos pelo acaso, Roberto e o chinês Jun protagonizam cenas engraçadas, tristes, e inesperadas, especialmente pelo fato de um não entender o idioma do outro. E quando é revelado surpreendente passado de Jun e o motivo que o levou a viajar até a Argentina eles passam a se entender bem melhor, apesar de ainda não compreenderem o que o outro diz.

Achei bacana porque do alto da minha ignorância nunca tinha ouvido falar do Barrio Chino e pelas imagens o local me pareceu bem bonitinho. Com certeza na minha próxima vez em Buenos Aires quero ir até lá.

Um Conto Chinês é um filme muito sensível. Eu gostei demais.       

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Restaurantes que valem a viagem

Anos se passam e alguns restaurantes ficam na nossa lembrança. Claro que a boa comida é fator fundamental, mas muitos ganham pontos extras pelo atendimento atencioso, pela localização, pela beleza e atmosfera.

Não sou nenhuma entendida de gastronomia ou vinhos, tampouco tenho grana para freqüentar os restaurantes dignos de estrelas no Michelin. 

Mas confesso que para mim e meu marido a comida é aspecto ultra importante numa viagem. Respeito a opinião de quem come no Mc Donald’s todos os dias e assim economiza para gastar com roupas, tênis e maquiagens (vivo lendo isso no Mochileiros), mas definitivamente não faz nosso estilo.   
  
Eu também vou a fast foods quando viajo. Adoro hambúrguer, cachorro quente e batata frita. Mas não tenho a menor pena de pagar uma conta um pouco mais cara no almoço ou jantar – desde que tenhamos dinheiro para isso, of course.  

Essa lição eu herdei e aprendi com meu querido pai. Ele sempre foi um cara simples. Mesmo quando era um bem sucedido empresário, nunca fez questão de andar de carrões e ostentar roupas de marca. Mas quando saia para comer, tanto perto de casa quanto durante nossas viagens de família, ele evitava olhar para o lado direito do cardápio. Que falta você faz pai!

Abaixo, listo alguns dos restaurantes - a maioria com preço super em conta - que gostaria muito de um dia poder voltar:

Hosteria Romana

                                                                         Bouza

Casa de Taipa

Pancakes!

Cebicheria La Mar

Cebicheria La Mar

Club Arabe Del Mar

Club Arabe Del Mar



Cebicheria La Mar (Lima, Peru)

O La Mar tem ambiente clean e chique, com gente bonita, comida e sobremesa maravilhosas. Não é a toa que os entendidos dizem que o Peru tem a melhor comida da América do Sul. Considerando os 5 paises do nosso continente por onde passei não tenho a menor duvida em afirmar que o titulo é mais do que merecido.


Hosteria Romana (Miami, EUA)

Fica na agitada Espanola Way (que reúne vários restaurantes de diferentes nacionalidades) e é o mais concorrido de todos. Serve comida típica da Itália, com recepcionista e garçons também italianos. Já experimentei muitas cheesecakes boas na minha vida, inclusive aqui no bairro onde eu moro. Mas nenhuma delas chega perto em gostosura da que eu comi na Hosteria Romana.  


La Bonne Soupe (Nova York, EUA)

Charmoso bistrô francês, sem aquele ar pretensioso, e com delicias típicas da terra de Napoleão como omeletes, crepes e sopas a preços totalmente acessíveis.


Restaurante da Pousada Jeribá (Jericoacoara, Ceara)

Quando que eu ia imaginar que o melhor prato que eu viria a experimentar em Jericoacoara seria servido justamente pela pousada onde estávamos hospedados? Pois bem, o chef Apolinário tem talento e criatividade de sobra.


Cabana Las Lilas (Buenos Aires, Argentina)

O restaurante era tudo que eu havia lido de bom e um pouco mais. Apesar de caro e muito turístico, a comida, o atendimento e a localização valem cada centavo. As entradinhas dão um show a parte.


El Boliche De Alberto (Bariloche, Argentina)

Para quem é carnívoro, indico esse lugar meio rústico e de boa localização. A não  ser que a qualidade tenha caído desde quando estive por lá, a fila na porta tem razão de existir.


Club Arabe Del Mar (Vina Del Mar, Chile)

Apesar do nome, o local serve comida internacional, com destaque para os frutos do mar. O ambiente é muito agradável, especialmente pelo fato de o restaurante estar situado no alto de frente para o mar. A construção antiga lembra um castelinho. E os pratos eram um espetáculo (experimente a centolla).



Famiglia Mancini (São Paulo, SP)

Há cerca de um ano e meio atrás eu conheci o Famiglia Mancini, famoso entre os paulistanos. Para quem gosta de pães, massas e vinhos, esse lugar lindo - com direito a uma fonte e tudo (Ah! Como eu amo fontes!) - , é a visão do céu. 


Casa de Taipa (Natal, Rio Grande do Norte)

Antes de 2009 nunca tinha experimentado tapioca na vida. E olha que fui muitas vezes para o Nordeste com meus pais. Eu achava o aspecto esquisito e acabava desistindo de comer. Até que nos fomos a esse lugarzinho colorido e super recomendado. Ao voltar para casa, pro meu sudeste querido, tentei imaginar como poderia viver sem as tapiocas da Casa de Taipa.


Bouza (Montevideo, Uruguai)

Como eu escrevi num post do ano passado, a vinícola Bodega Bouza conta com um restaurante tudo de bom, chamada Bouza. O ambiente é uma graça e os pratos têm bonita apresentação e ainda são uma delicia.   


Pancakes! (Amsterdam, Holanda)

Eu simplesmente adoro panquecas. E as da Holanda estão em um outro nível. A comida de lá para falar a verdade não me impressionou muito, mas segundo minhas pesquisas, os caras são realmente bons em croquetes e panquecas. Resolvemos conhecer o Pancakes!, lugar simples, baratinho, mas muito charmoso, e não nos arrependemos. A panqueca deles é um absurdo de gostosa, com ingredientes misturados na própria massa e servida aberta, como se fosse uma pizza.


Hard Rock Café (Veneza, Itália)

Eu sei que parece estranho, ir para Veneza e almoçar comida 100% americana. Mas antes que me taquem pedras, vou explicar: esse talvez seja um dos restaurantes mais bem localizados de Veneza, na beira de um de seus canais, num ponto estratégico de onde partem as gôndolas com os turistas. E a gente come olhando para essa paisagem toda. Para complementar, um enorme lustre de vidro murano vermelho dá um toque totalmente veneziano ao lugar. Tudo isso sem falar no serviço, que eu achei muito atencioso, comparado a outros Hard Rock em que estivemos.


Trattoria Torna (Niterói, RJ)

Não podia deixar de citar um da minha cidade amada. Escolhi a Trattoria Torna por ser tradicional, sem perder a qualidade depois de tantos anos. O ambiente é bem bacana, as massas e carnes são maravilhosas e o croquete servido na entrada derruba qualquer dieta, mas vale a pena. 


quinta-feira, 17 de maio de 2012

Frankfurt am Main por Carol






Eu nunca estive na Alemanha, mas minha irmã Carolina mora em Frankfurt e volta e meia me envia álbuns com fotos que ela tira em seus muitos passeios pela cidade. Sem falar nas curiosidades que sempre me conta sobre o lugar e o seu povo.







Nunca escrevi aqui, mas minha irmã é quase uma cidadã do mundo. Ainda bem novinha, com apenas 17 anos, arrumou as malas e passou um semestre em Auckland, na Nova Zelândia. Antes de voltar, fez um mochilão de algumas semanas pela Ilha do Sul neozelandeza.

Alguns anos mais tarde foi para a Inglaterra, sem ajuda financeira de ninguém. Passou vários perrengues (sem exagero), já que Londres é uma cidade cara e difícil. Juntou uma pequena graninha e ao invés de trazer para torrar aqui em alguma coisa banal da qual nem se lembraria depois, pagou para ela e nossa mãe uma viagem por Barcelona, Edimburgo e Paris. Uns 8 meses depois de chegar na terra da Rainha ficou doente e precisou voltar para fazer uma cirurgia.     

 O tempo passou e volta e meia ela arrumava um lugar diferente para conhecer. Seu passaporte ganhou mais alguns carimbos e em dezembro de 2010 ela pisou pela primeira vez em Frankfurt, cidade que se tornou sua casa.

                                            Dulce: o café favorito de Carol 

Salsicha no pão (detalhe para o
 tamanho desproporcional da salsicha)


Apfelstrudel




Nesse tempo vivendo na Europa, ela também aproveitou para conhecer outras cidades dentro da Alemanha e esteve em Praga e Paris. Isso sem falar nos 30 dias que passou em Pequim acompanhando o marido numa viagem de trabalho.  

                                                  Feirinha de Natal





Ela simplesmente AMA a Alemanha, algo que nunca pensou que iria acontecer e sente uma pontinha de tristeza pensando no dia que terá que vir embora. Fica impressionada em como as coisas funcionam direitinho, em como o povo é correto e como o país é bonito. Falando em beleza, destaca Munique, lugar que adorou conhecer.  

                                                     Compras!





Como o objetivo número um do blog é dividir o máximo de informações possíveis sobre o universo do turismo, achei que seria legal postar aqui um pouquinho do que Carolaine (para os íntimos rsrsr) andou dividindo comigo:

Eles não podem avistar um raiozinho de sol que ficam num bom humor tremendo, correm para o rio mais próximo e deitam na grama como se não houvesse amanhã.


As mulheres andam muito bem arrumadas, em geral são magras e com cabelo e rosto bonitos.


O cheiro no metrô e em outros lugares fechados, como academias de ginástica, realmente não é nada bom. Que falta que um banhozinho faz...


A salsicha merece todos os créditos. Alem de gostosa é barata, assim como aqueles queijos mais nobres que aqui no Brasil custam um verdadeiro absurdo.


A ferinha de Natal de Frankfurt é considerada uma das melhores da Europa e também do mundo.


As comida tailandesa e asiática em geral são uma delícia. 

Há quem jure que os diversos tipos de pães da Alemanha são mais gostosos do que os franceses.


Frankfurt é uma cidade para onde muitas pessoas de outras localidades da Alemanha e de todas as partes do mundo vão a trabalho, por ser um poderoso centro financeiro.


O que mais se vê pelo Centro da cidade são executivos que trabalham nos bancos.

Frankfurt é a cidade de Goethe (famoso escritor alemão) e de Anne Frank (a menina judia eternizada por seu comovente diário).

Tem muitos museus, restaurantes de todos os tipos e nacionalidades, mas nada como uma boa comida alemã! Muita salsicha, carne de porco e as famosas cervejas.


Os alemães bebem bastante cerveja, seja verão ou inverno. Antes de beber, brindam dizendo "prost", com aquelas canecas ou copos enormes.

O Apfelstrudel (ou strudel como conhecemos aqui no Brasil) é muito bom!

As pessoas de uma forma geral são fechadas e discretas. Não costumam se “misturar” com estrangeiros, mas são muito corretos em tudo o que fazem. Disciplina
é a palavra!


Para quem gosta de fazer compras, Frankfurt é um paraíso. Chanel, H&M, Zara, Urban Outfitters...


A Galeria Kaufhof é meio que uma Macy’s local.

 
O idioma é dificílimo meeeeesmo!


Mistura o antigo e o novo. Tem desde construções históricas a arranha céus modernos.


O skyline de Frankfurt já foi apontado como um dos 10 mais bonitos do mundo.


A qualidade de vida é ótima, com transporte público e segurança sem igual! Enfim, um lugar perfeito para se viver.
 



 


sexta-feira, 4 de maio de 2012

Mais Trip Advisor


Eu recebi ontem mais uma listinha super interessante do Trip Advisor. A verdade é que eu recebo e-mails do site com bastante frequência. E, entre outros assuntos, as mensagens incluem essas famosas relações numeradas que expõem nada mais do que a opinião de quem viaja.

Eu sempre fico pensando em quem são esses turistas que votam. Seriam eles, em sua maioria, de uma determinada localidade? Isso poderia significar perfis parecidos e, conseqüentemente, votos iguais.

Por outro lado, as pessoas que têm a vontade - e a coragem - de sair por aí para ver o mundo merecem um pouco mais de crédito.

Eu gosto de receber essas listinhas. Através delas eu abri meus horizontes para novos destinos que nunca havia sonhado em conhecer e que pretendo ir um dia como Negril, na Jamaica. Elas também me fizeram perceber que não estava sozinha quando achei Chicago uma cidade ultra, mega, super cool.

Para conferir as muitas categorias da pesquisa Travelers' Choice 2012, acesse  http://www.tripadvisor.com/TravelersChoice.


Seguem então as Top 25 Destination in the World:

1-      Londres
2-      Nova York
3-      Roma
4-      Paris
5-      São Francisco
6-      Marraquesh
7-      Istambul
8-      Barcelona
9-      Siem Reap
10-  Berlim
11-   Chicago
12-  Florença
13-   Buenos Aires
14-  Sydney
15-  Pequim
16-  Praga
17-   Las Vegas
18-  Bora Bora
19-  Shangai
20-  Honolulu
21-  Los Angeles
22-  New Orleans
23-  Cape Town Central
24-  Chiang Mai
25-  Dublin

         

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Amo seriados

Em 1997 eu descobri o mundo maravilhoso dos seriados americanos quando minha mãe, após muita insistência da filhinha aqui, contratou os serviços de uma TV a cabo. Eu fiquei feliz da vida porque naquele instante um enorme leque de possibilidades parece ter se aberto na minha frente. E eu definitivamente fazia valer o dinheiro da mensalidade.

Eram filmes, documentários, talk shows, cobertura de red carpets e premiações que não acabavam mais. No entanto, meu interesse maior sempre foi o seriado. Eu ficava ansiosa esperando uma semana inteirinha para o próximo episódio ser exibido e me deixava chateada o fato de ninguém na minha casa (minha mãe e meus dois irmãos) compartilharem da minha mesma paixão.

O jeito era trocar idéias sobre os programas com uma ou duas amigas da faculdade e anos depois com colegas do trabalho. Num ambiente repleto de gente que ganhava a vida através da comunicação e da cultura em geral não foi difícil arranjar quem estivesse disposto a gastar vários minutos comentando sobre o episódio da noite anterior.

Parando para pensar, meu fascínio pelos “enlatados” surgiu já na minha infância, se estendendo pela minha adolescência, com a TV aberta. Acho que “puxei” essa característica do meu pai, já que ele era meu maior e único companheiro para assistir A Gata e o Rato, Mcgyver, Magnun, Barrados no Baile, Anjos da Lei. A gente tinha um trato: mesmo que uma série não fosse a favorita do outro (imagino que Barrados do Baile não era exatamente o estilo do meu pai), a gente assistia junto a todas elas.

Pois bem, foram diversas as vezes que me senti órfã depois de um desses programas chegar ao fim ou ser cancelado por conta da baixa audiência nos EUA, meio que de supetão, sem ao menos um desfecho decente. Entra ano, sai ano, isso volta e meia acontece.

Só para listar algumas que me deixaram triste demais por acabar: Paty of Five (melhor música de abertura), Felicity (durante muito tempo minha favorita, mas com um final tão decepcionante...), Dawson’s Creek (assisti inteira e admito que era dramática demais, no entanto o último episódio foi super bacana), Baywatch, Jack and Jill, Lipstick Jungle, ER, What About Brian, Las Vegas, Mercy...

Atualmente, estou vidrada em...


Game of Thrones 





Meu cunhado foi o responsável por mais esse vício. Já estou curtindo muito os episódios da segunda temporada. Personagens favoritos: Arya Stark e Jon Snow.

Smash



Tenho loucura pelos musicais da Broadway. E como essa série foca exatamente neles, não tinha como deixar de assistir. Ah! E nada de comparações com a também ótima Glee! Smash é um drama, e bem mais adulto. Para melhorar tem produção de Steven Spielberg.   

Hart of Dixie



Li sobre essa série no site da Veja e me interessei pela história. Nunca gostei de The OC, mas sempre simpatizei com a atriz Rachel Bilson. Ela interpreta uma médica arrogante que “se acha”, mas que na falta de boas oportunidades profissionais em Manhattan, NY, faz as malas e muda-se para uma cidadezinha do Alabama.

Revenge



Inspirada no livro O Conde de Monte Cristo essa história de dor e vingança me conquistou desde o episodio piloto. Só a atriz principal que não me convence tanto. 

Grey’s Anatomy



Paixão antiga minha. Sempre achei esse seriado sensacional. Pena que tenha vivido seu auge anos atrás, quando os roteiristas caprichavam mais e choviam indicações para prêmios.


Também tenho assistido...

Two and a Half Men, Parenthood, Private Practive, Glee, CSI