quinta-feira, 13 de junho de 2013

Compras na Espanha






















Dos 5 países por onde passamos na Europa na viagem que fizemos no finalzinho do ano passado, a Espanha foi o melhor no quesito “compras”. Não sou nenhuma gastadeira, pelo contrário. Mas procuro sempre aproveitar essas boas oportunidades porque me nego a pagar 200 reais numa blusinha sem nada de especial nessas grifes daqui do Brasil. E mais de 300 reais num jeans? Vai sonhando...

Em Portugal eu vi todas as marcas fast fashion que eu curto. As espanholas Mango, Zara, Bershka, Woman’s Secret, também são bem fortes em Lisboa. Mas nem entrei em nenhuma delas porque era início de viagem e tenho receio de acabar com o dinheiro antes da hora ou ainda sobrecarregar demais a mala.

Como boa parte dessas lojas mais baratas são made in Espanha, eu notei uma diferença de preço comparando com a mesma peça, da mesma marca, em outro país. Um exemplo: eu comprei uma calça jeans na Zara de Barcelona por 20 euros. Essa mesma calça e outras 4 que eu experimentei (e que não me serviram) estavam 10 euros mais caras nas lojas de Praga. E tinham várias outras peças, entre sapatos, casacos, pulseiras, que eu cansei de ver nas lojas da Espanha por um preço muito mais amigo.

Praga foi o segundo destino que eu mais gostei para compras. Não sei se foi sorte, mas eu consegui garimpar algumas coisitas ótimas por lá. Comprei 2 bolsas na Mango, uma pequena, dourada, mais arrumadinha e outra, grande, também bem bonitinha. Depois fui encontrar as mesmíssimas bolsas (sendo a pequena na versão prata) na Mango de Londres, em plena Oxford Street, por cerca de o dobro do preço. Acabei comprando outras coisas em Praga (sapatilhas, gorros, luvas), mas vou deixar para contar mais sobre as lojas de lá um outro post específico sobre a cidade. 

Bom, abaixo vou listar algumas marcas que acho que merecem uma visita em qualquer ida a Espanha:

Bershka: Eu havia lido que ela tinha um estilo mais jovem, mas na verdade vi roupas e acessórios para todas as idades. Meu marido comprou um casaco preto super lindo nessa loja. A Bershka pertence ao Inditex, gigante que também é dono da Zara, Stradivarius, Pull & Bear, Massimo Dutti, Zara Home, Oysho.

Six: Para adquirir acessórios, essa é a minha dica. A Six vende bijourerias, bolsas, apetrechos para o cabelo, e é encontrada em vários países da Europa. Cada coisinha linda! Trouxe para casa uma carteira de dinheiro que vive me rendendo elogios e que me custou apenas 15 euros. Claro que não é um couro legítimo, mas ela continua linda e inteira.  

El Corte Inglês: A Espanha também tem uma espécie de Macy’s para chamar de sua. É uma mega loja de departamentos, que vende de roupas a eletrodomésticos, presente também em Lisboa. Eu estive na da Calle de Preciados, em Madri, e na da Plaça de Catalunya, em Barcelona.

H&M: Gosto demais dessa marca fast fashion escandinava e super baratex. Nessa última viagem não achei que a coleção estava tão boa, mas ainda acho que é bacana para descolar alguns “achados”.

Mango: Outra marca que aposta na qualidade, mas sem deixar de ser acessível. Eu acho que é uma concorrente da Zara, talvez até um tantinho mais sofisticada. Me chamaram a atenção também as lojas Mango de Lisboa e Praga. Super elegantes!

Lefties: Como o próprio nome sugere, essa marca vende roupas que sobraram de coleções passadas da Zara. A loja da Gran Via, em Madri, é bem grande e tem bastante coisa.

Stradivarius: Outra marca do Inditex. Confesso que apesar de ser bem famosinha e onipresente pelas ruas de Madri e Barcelona, não faz muito meu estilo. Mas é outra opção fashion numa proposta menos cara.

Pull& Bear: Também do Inditex. Gostei bastante. Concordo que tem muita coisa adolescente, de tamanho pequeno, mas os blazers coloridos tinham um ótimo corte e as carteiras de mão eram bem lindinhas.

Woman’s Secret: Loja espanhola de lingerie, pijamas e coisinhas fofas. Achei um pouco desnecessária a similaridade do nome com a Victoria’s Secret, ate porque o estilo das peças é menos sexy e mais romântico.

Promod: Marca francesa, mas presente em Lisboa, Barcelona, Madri... Entrei em algumas, mas acabei não encontrando nada para mim, mas é uma opção bacana e com preço honesto. 

terça-feira, 4 de junho de 2013

Jardim Botânico - RJ




















Desde os tempos da faculdade que eu não ia ao Jardim Botânico do Rio. E olha que isso tem é tempo. Mas naquela época eu nem aproveitei muito, porque estava com a turma da universidade, aprendendo fotografia.

Eu adoro quando o céu está bem azul, mas com a temperatura amena (nada de Rio 40º, please!!!). E como no sábado estava fazendo um dia exatamente assim, lindo, decidimos atravessar a ponte e passear pelo Jardim Botânico.

Estávamos ansiosos para tirar umas fotos das famosas palmeiras imperiais. Elas são realmente o máximo, mas eu fiquei apaixonada mesmo foi pela planta aquática vitória regia. Parece de mentirinha. A coisa mais linda de se ver. Amei.

Também vi esquilos e muitos macaquinhos. Ao final do passeio, quando a fome bateu demos uma passada na filial do café francês La Bicyclette, inaugurada ano passado no Jardim Botânico, que eu achei um charme.






O La Bicyclette foi um dos indicados ao prêmio do jornal O Globo na categoria melhor café da manhã de 2013. Como já chegamos no local depois do meio dia, fizemos um brunch mesmo.

A fila de espera estava grande, mas rapidinho nos conseguiram uma mesa. O preço é médio e a qualidade boa. Somente achamos o serviço um pouco lento.

Os ingressos para o Jardim Botânico saem a R$6,00 por pessoa.

La Bicyclette – Rua Jardim Botânico, 1008.



sexta-feira, 31 de maio de 2013

Anna e o Beijo Francês




No inicio do ano passado eu estava na Fnac com meu marido e encontrei esse livro, de capa linda e com meu nome impresso nele. Logo me interessei quando vi que a protagonista era minha xará e que a historia se passava em Paris. “Deve ser romântico e fofo”, pensei.

Comecei a ler no mesmo dia, mas a coisa não engrenou. Achei um tanto adolescente e deixei de lado. Até que recentemente fui arrumar a bagunça do meu criado mudo e esse livro estava entre outros que já tinha lido. Na hora me incomodou o fato de ter desistido.

Resolvi então dar uma nova chance. Voltei para a primeira página e aos poucos fui aprendendo a gostar dele. Fiquei mais animada quando li uma resenha bacana sobre ele no blog Infinito Particular.

Anna e o Beijo Francês é um livro fácil de ler e com algumas informações sobre a vida em Paris, como por exemplo, a quantidade absurda de cinemas que a cidade abriga e o dia a dia de um estudante estrangeiro.

A protagonista foge totalmente dos estereótipos típicos da fase adolescente. Anna é madura, inteligente e muito perspicaz para a idade. Talvez por isso a trintona aqui tenha conseguido, enfim, se identificar com a historia de Stephanie Perkins.

No fim, fiquei bem feliz de ter tirado a poeira e vencido a preguiça, afinal é um desperdício e tanto comprar um livro e não se dar ao trabalho de nem ao menos tentar aproveitá-lo.


Fico devendo um post para Comprometida, da minha musa Elizabeth Gilbert.   

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Cerveceria Catalana – você precisa conhecer


Tortilla da Cerveceria Catalana

Mini hot dog da Cerveceria Catalana

Mignon da Catalana

Muchas tapas!



Passar seis dias em Barcelona me fez entender um pouquinho o motivo de todo mundo gostar tanto dessa cidade. Não foi o lugar mais bonito que eu conheci na Europa. Posso facilmente citar outros nomes mais fortes se a questão for beleza. Mas que Barcelona é super cool, ah... isso é!

Eu particularmente gostei bastante do povo espanhol. De uma maneira geral eram todos muito animados, comunicativos e simpáticos. Até comentei com meu marido que achei os espanhóis mais parecidos com os brasileiros do que os portugueses.

E outro bom motivo para amar a cidade é a gastronomia (e a boemia!!!). Experimentar uma autêntica paella ou ir a um bar de tapas devem estar no roteiro de qualquer turista. Também amei o fato de a cidade ferver até de madrugada. Vocês não imaginam como foi “broxante” sair para jantar em Londres depois das 10 da noite e dar de cara com tudo fechado ou fechando. Uma lástima!

Tenho várias dicas super delícia de restaurantes, mas meu favorito disparado (fomos 3 vezes) foi a Cerveceria Catalana. Vários estrangeiros freqüentam o lugar que é muito badalado e indicado pelos concierges do hotel, guias, Lonely Planet, Trip Advisor, e por aí vai. Mas tive a impressão que a maioria do público era mesmo espanhol.

Se seu objetivo é ver gente bonita, de todas as idades (da garotada ao tiozão), comer as melhores tapas, montaditos e beber o que há de bom em se tratando de vinhos, espumantes, sangrias e cerveja, esse é o lugar. Localizado no bairro Eixample, a Catalana tem fila na porta e preço razoável. Como as porções são bem pequenas, dá para experimentar vários pratos, alguns tipicamente espanhóis, como a tortilla. Mas também tem mini hot dog, brie crocante com geléia de framboesa, espetinhos de camarão...

Outras opções:



Creps Al Born

Envalira

Envalira

Creps Al Born: Foi um dos melhores crepes que já experimentei. O espaço é pequeno, mas descolado. Muita gente tomando mojitos e outros drinks. Experimente o crepe de salmão defumado com cream cheese e o de jamon com ovo frito em cima. De sobremesa, o de Nutella. Fica no bacanérrimo El Born. Dica Adriana Setti, do Achados

Envalira: Também seguindo sugestão da Adriana, que o elegeu como o “dono” pela melhor paella da cidade, lá fomos nós. Não gosto de arroz, mas fiz um esforço para experimentar o principal prato da culinária local, depois de provar umas entradinhas. Meu marido adorou. Atendimento muito atencioso. 

Brown 33: Passamos algumas vezes em frente a esse restaurante, na Passeig de Gracia e notamos que além de ser muito charmoso, ele estava sempre cheio. Foi a deixa para a gente resolver entrar. Experimentamos a pizza e o nhoque, que estavam ótimos.


Viena: Mais uma vez fui na onda da Adriana e experimentei o delicioso sanduíche com batata frita, na área mega turística, em plena Rambla. Bom e barato. 




quarta-feira, 15 de maio de 2013

Carolzita em Cuba












Minha irmã Carolina acaba de chegar em Nickity City depois de passar uma semana entre Havana e Varadero. Ela foi com o marido e o sogro para uma conferencia de física e voltou maravilhada com o país do rum, dos charutos e da melhor medicina do mundo.

Em Havana eles ficaram hospedados no Habana Libre, em Vedado, uma área mais boemia da cidade. Mas ela sugere Habana Vieja (Old Havana) como melhor opção para quem vai a turismo, pois é uma região mais bonita, histórica, com mais restaurantes e coisas para fazer. 






Segundo me contou, apesar da falta de dinheiro, o cubano é um povo alegre e cativante. Ouve-se música por onde quer que se passe e o astral é ótimo. Carol só estranhou a mania que eles tem de pedir coisas aos turistas, em geral coisas bobas que para eles são tão inacessíveis como uma simples bijuteria. 









Havana parece ter parado no tempo com aqueles carros raros e antigos. O hábito de beber mojitos e daiquiris é outra marca registrada da cidade. E não se pode falar da capital sem citar um dos personagens mais ilustres: o escritor Ernest Hemingway, ganhador de um Nobel da Literatura, que adotou o país caribenho como sua verdadeira casa durante 21 anos. Dois pontos obrigatórios para qualquer turista são os bares Floridita e Bodeguita Del Medio, que o norte-americano costumava freqüentar.   










Em Varadero o trio ficou no Allegro Varadero, da famosa rede internacional Occidental, que também tem hotéis em Aruba, México, Republica Dominicana e Espanha. No geral, ela gostou bastante dos serviços, do quarto, dos drinks. A única reclamação foi com relação comida, meio fraca, o que parece ser um problema recorrente em resorts all inclusive.   










Depois de tudo o que ela me contou, Cuba entrou rapidinho na minha wish list :-) :-)