domingo, 1 de fevereiro de 2015

Bogotá














Terra da Shakira, da Sofia Vergara e do genial Gabriel Garcia Marquez, a Colômbia vem se consolidando como uma trend destination. Por mais que Cartagena estivesse lá há tempos toda linda à nossa espera, o turismo tem dessas coisas e pelo que eu pude notar faz relativamente pouco tempo que o país ficou "na moda" entre brasileiros.
A cidade murada era meu principal motivo para viajar à Colômbia, mas não queríamos deixar de fora sua capital que hoje é segura, desenvolvida e cheia de coisas bacanas para se fazer.
Museo del Oro: é realmente incrível como eu tinha lido em todos os lugares. Fundado nos anos 30, é considerado um dos maiores e mais ricos museus do ouro do mundo. O café de lá é uma delícia. Domingo a entrada é gratuita!







Artesanato: grudadinhos do Museo Del Oro existem 2 mercados de artesanato bem legais. Eu adoro artesanato, mas não é qualquer lugar que apresenta artigos bacanas. E a Colômbia faz bonito na minha opinião. Além dos enfeites para casa, jóias com as famosas esmeraldas colombianas, bolsas com estampas típicas e produtos gourmet feitos com café podem ser encontrados por ali.








  
Mercado de Usaquém: acontece aos domingos, no bairro de Usaquém. Tem entrada gratuita e vende desde comidas até artesanatos. O que mais gostei foi das lojinhas e restaurantes perto de onde acontece o mercado. Fica cheio e com uma ótima vibe. 




Zona Rosa: a região mais bonita de Bogotá para mim. Tem boas lojas, restaurantes ótimos, ruas só para pedestres. Seu miolinho, a Zona T, é bem gostoso para passear.




Museo Botero: dedicado às obras do mais importante artista plástico da Colômbia, Fernando Botero. Exibe pinturas e esculturas de pessoas e animais. Famoso pelas imagens de personagens gordinhos. Fica num lindo edifício. Gratuito!





Casa de la Moneda: também interessante e num belo prédio. Ao lado do Museo Botero, então sugiro deixar para conhecer os 2 no mesmo dia. Gratuito!



Centro Cultural Gabriel Garcia Marquez: quase em frente às 2 atrações acima. É um espaço onde acontecem eventos culturais e que abriga uma enorme livraria com títulos de diversos artistas e é claro do escritor que deu nome ao lugar. Há uma hamburgueria El Corral e um Café Juan Valdez anexos ao CCGGM. Gratuito!




Cerro Monserrate: o visitante pode subir durante o dia ou à noite, de funicular ou de teleférico. A gente escolheu o passeio noturno para curtir a iluminação da cidade e do seu mais alto edifício, a Torre Colpatria.





La Candelaria: é o Centro Histórico de Bogotá. Ali estão concentrados vários pontos de interesse da cidade, como a Catedral Primada (na enorme Praça Bolívar), a Igreja de São Francisco, o Museo Botero, o Musel del Oro… Tem ruas super charmosas, com antiga arquitetura espanhola. Porém, há trechos precisando de um trato urgente.










Plaza Chorro de Quevedo: reduto dos hippies, reúne em seu entorno hostels, estúdios de tatuagens, cafés. É uma pracinha simpatica, em La Candelaria.







Catedral de Sal: fica fora de Bogotá, mas bem pertinho da capital, em Zipaquirá. É passeio imperdível na minha opinião. Trata-se de uma igreja Católica Romana subterrânea e construída em túneis de minas de sal. Lugar único, muito diferente de tudo o que você já viu. Há visitas guiadas em espanhol e inglês. Como chegar: combinando ida e volta com taxi ou por transporte publico. Optamos por ir por nossa conta utilizando o Transmilênio e um ônibus de viagem e foi beeeem mais barato e super tranqüilo.





XOXO

domingo, 11 de janeiro de 2015

Informações básicas para quem está planejando viajar à Colômbia







A Colômbia não era um lugar que fazia meus olhos brilharem, vou logo admitindo. E nem tinha nada a ver com a fama de violenta, com o histórico do narcotráfico ou com o horror da Farc. Simplesmente não rolava aquela vontade toda de viajar até lá, como acontecia (e ainda acontece) com alguns destinos no Chile e na Argentina.
Mas daí eu lembrava das férias no Peru, país que não ficava no comecinho da minha lista de desejos, mas que depois de pisar nele não queria mais ir embora. Em resumo, eu embarquei por insistência do meu marido para aquela que se tornou a melhor viagem da minha vida.
Voltando à Colômbia… A gente já estava há uns 2 anos dando uma olhada nos preços das passagens e dos hotéis e deu para notar que a Colômbia não é um país barato. Achamos o México, por exemplo, bem mais em conta, apesar de ser mais longe.
Ano passado, a gente já tinha viajado pelo Brasil (Trancoso e BH). E ficar só indo para os EUA não é a nossa. Já a Europa estava fora de cogitação pelo euro nada amigo e a Ásia (nossa primeira opção) se tornou impossível pelas tarifas dos tickets aéreos – multiplique o valor por 2 e confirme o que estou dizendo. Decidimos então ir para Bogotá e Cartagena antes de seguirmos para Cuba.



Passagens aéreas: voamos de Avianca (Rio-Bogotá/Bogotá-Rio) e de milhas com a LAN (Bogotá-Cartagena/Cartagena-Bogotá). Deu tudo certo com as duas cias, nada a reclamar! E conseguir utilizar pontos nos trechos internos foi muito bom e relativamente fácil. Rolou uma economia de cerca de 1.600 reais.
Hotel: queria ficar na Zona Rosa, mas acabei reservando o Ibis Museo, no Centro Internacional. Como extrapolei o orçamento no hotel de Cartagena, tive que compensar em Bogotá. A localização é boa considerando que fica localizado no meio do caminho entre o Centro Histórico (museus, igrejas, praças, etc) e os bairros das lojas, restaurantes e outras atrações.  
Segurança: achamos Bogotá bem segura. Há muitos policiais e oficiais do Exército nas ruas, pontos turísticos, nas entradas dos trens. No aeroporto há cachorros circulando entre as pessoas e cheirando as malas nas esteiras. No atendimento ao cliente recebi meu mapa da funcionária que marcou nele as áreas por onde não devíamos perambular.
Clima: nos 4 dias na cidade o céu ficou cinza quase todos os dias. Apesar de ser dezembro e logicamente verão no hemisfério sul, a temperatura ficava em torno de 18 graus. Outro detalhe é a altitude elevada da cidade, que deixou a gente um pouco cansado no primeiro dia, mas depois nos acostumamos.

Moeda: peso colombiano (COP). Trocamos no aeroporto e em casas de câmbio pela cidade. Não ande sem COPs, pois muitos estabelecimentos não aceitam dólares Americanos e a oferta de casas de câmbio não é tão grande assim.
A cidade: Bogotá não foi minha capital favorita da América Latina (Lima e Cidade do México ainda dominam meu coração), mas de toda forma foram bem legais nossos dias por lá. Tem excelentes museus, restaurantes, todas aquelas lojas que as brasileiras adoram e a arquitetura bem própria, com edifícios baixos de tijolinhos.  
Acessibilidade: se tem uma coisa que eu sempre reparo quando chego num lugar novo é se ele é acessível aos que possuem necessidades especiais. E em Bogotá fiquei bem decepcionada ao perceber a falta de rampas, as calçadas estreitas e MUITO esburacadas, com obstáculos de todos os tipos para dificultar a vida de cadeirantes e cegos, por exemplo. So sad…
Limpeza: em La Candelária (onde está o Centro Histórico) eu notei muito lixo nas ruas e praças bem sujas, parecidas com as daqui do Brasil, o que não é a regra geral nos países sulamericanos, diga-se de passagem.  Já a Zona Rosa (e seu miolinho, a Zona T) e Usaquen são limpíssimas e lindonas.
Preços: os altos valores cobrados pelos hotéis e tickets aéreos podem ser compensados na hora de usufruir Bogotá em si. Entrei gratuitamente no Museo Botero, no Centro Cultural Gabriel Garcia Marquez, Casa da Moneda e no incrível Museo Del Oro (domingo é grátis!). Outra atração bacana, o mercado de Usaquén, é aberto ao público. Ah! Os restaurantes e eventuais comprinhas estavam bem em conta (considerando um bolso de classe média como o meu rsrs).  


Compras: Bogotá conta com lojas como Coach, Forever 21, Bershka, Pull and Bear, Victoria´s Secret, Swatch, Carolina Herrera. O Andino Centro Comercial e o El Retiro Shopping Center ficam praticamente em frente um ao outro. São locais bacanas pra compras, mas muitas das lojas estão no seu entorno. Em toda a cidade há enorme oferta das famosas esmeraldas colombianas e no centro (perto do Museo Del Oro) há 2 ótimas galerias de artesanatos e produtos de café.
Transporte: Utilizamos taxi em 90% das vezes. É barato em comparação com o Brasil e eles não são malandros como os taxistas argentinos. Para irmos à Catedral de Sal, numa cidadezinha fora de Bogotá, utilizamos o Transmilênio e um outro ônibus de viagem, com ar condicionado. 
Visto e documentos: A Colombia não exige visto para brasileiros. Na chegada o oficial de imigração me perguntou sobre o número de dias no país e em que hotel estaríamos hospedados. Carteiras de identidade (pelo que sei com menos de 10 anos e não pode ser de motorista – CNH!!!) são permitidas a nós brasileiros, além dos passaportes, é claro.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Feliz 2015!

Ficar refletindo sobre o ano que passou não é muito meu estilo. Especialmente porque, na minha vida, por melhor que ele tenha sido, sempre houve algo não muito legal para recordar. Então eu tento apenas me sentir grata pelas bênçãos recebidas e focar nos próximos 365 dias que estão por vir.

Mas como sou apegada a datas, acabo guardando na memória alguns dos maiores acontecimentos pelos quais passei. Um ano inesquecível para mim foi 2009, quando fiz 30 anos e ganhei de presente a sonhada viagem a NY. Pena que dias depois de voltar perdi meu pai, ainda muito jovem pra morrer, para uma batalha dura contra um câncer cruel. Além desse marcante 2009, foi o ano passado, 2013, o mais triste de toda a minha vida.

Sabe aquela coisa de achar que tal situação só acontece com os outros? Pois bem, aconteceu com a gente. Imagine o que é não apenas se sentir, mas de fato estar no time da exceção (e não da regra). E mesmo que 2014 tenha tido alguns dias bem nublados, eu juro que tentei seguir o lema de “é melhor ser alegre que ser triste...”.

Entre os motivos que trouxeram vários sorrisos para as nossas vidas estão a mudança para o novo e lindo (desculpe a falta de modéstia) apê. Também não faltaram as viagens que a gente tanto ama fazer. Finalmente conhecemos Trancoso, fomos a Belo Horizonte para assistir a um jogo da Copa e voltamos no inverno para Bariloche e Buenos Aires.

E, para fechar 2014, fizemos agora em dezembro um roteiro de 18 noites, criado especialmente pelo Dudu, que incluía Bogotá e Cartagena, na Colômbia, e Varadero e Havana, em Cuba. Não preciso nem dizer que ele voltou impressionado/intrigado com Havana e suas particularidades que nunca tínhamos visto em nenhum dos 20 países que já visitamos.

Para 2015 eu desejo

Em primeiro lugar saúde para mim e para as pessoas que eu amo
Me sentir mais próxima de Deus
Ler mais livros e ver mais filmes
Ouvir mais música
Manter meu ritmo de corridas
Perder os 2 quilos ganhos recentemente
Ver meu marido feliz
Ser mais organizada com as minhas coisas
Preparar mais receitas
Atingir objetivos profissionais
Viajar para Alemanha, Bélgica, Barbados
Ver minha mãe bem
Ver meu sobrinho nascer com saúde
Ter mais a companhia das minhas amigas
e
Receber aquele milagre (que o Senhor sabe qual é)